Defesa de Tese de MARCELA EUGENIA ALVEAR PORTACIO - Curso: Doutorado em Demografia

Calendário
Defesas
Data
26.04.2019 2:30 pm - 7:00 pm

Descrição

Defesa de Tese do Programa de Pós-Graduação em Demografia/CEDEPLAR/FACE/UFMG

 

Aluna: Marcela Eugenia Alvear Portacio

 

Título: “Efecto de la división del trabajo doméstico no remunerado (TDNR), del trabajo de cuidado no remunerado (TCNR) y de las actitudes de género sobre las preferencias de fecundidad de las mujeres en Colombia”

 

Data da Defesa: 26/04/2019 (Sexta-feira)

Horário: 14h30

 

Orientadora:    

Profa. Simone Wajnman (CEDEPLAR/FACE/UFMG)

Coorientadora:               

Profa. Luciana Soares Luz do Amaral (CEDEPLAR/FACE/UFMG)

 

Banca Examinadora:     

Profa. Simone Wajnman (CEDEPLAR/FACE/UFMG)

Profa. Ana Paula de Andrade Verona (CEDEPLAR/FACE/UFMG)

Prof. Eduardo Luiz Gonçalves Rios Neto (CEDEPLAR/FACE/UFMG)

Prof. André Junqueira Caetano (PUC Minas)

Profa. Joice Melo Vieira (NEPO/UNICAMP)  (Participação por videoconferência)

 

Local da Defesa: Auditório nº 4 – Bloco de Seminários - FACE/UFMG - CAMPUS PAMPULHA

 

 

RESUMO:

O efeito das relações de gênero - medido através da distribuição de Trabalho Doméstico Não Remunerado (TDNR) e Trabalho de Cuidados Não Remunerado (TCNR)-, bem como as atitudes sobre as preferências de fecundidade das mulheres - é uma linha de estudo relativamente recente dentro da literatura sobre a fecundidade. A maior parte da evidência provém principalmente da Europa e dos Estados Unidos, enquanto nos países da América Latina esta associação ainda não tem sido examinada. Neste sentido, o objetivo deste estudo é examinar como a desigualdade de gênero dentro do casal (distribuição de TDNR e TCNR) e as atitudes de gênero sobre os papéis reprodutivos e produtivos das mulheres afetam as suas preferências por um segundo nascimento na Colômbia.

A informação provém da Encuesta Nacional de Demografia y Salud (ENDS) da Colômbia 2015. A amostra em estudo está constituída pelas mulheres que estão unidas e têm um filho menor de 5 anos de idade, as quais foram classificadas como tradicionais, igualitárias e tradicionais-tradicionais de acordo com a divisão do TDNR e TCNR, e como progressivas e conservadoras segundo as suas atitudes de gênero.

Os principais resultados são: 1) a divisão do TDNR não desempenha papel algum nas preferências de fecundidade das mulheres unidas. Em outras palavras, independentemente da distribuição desigual ou igualitária, o TDNR não entra na matriz de variáveis no momento de querer ter um segundo nascimento. 2) Por outro lado, as mulheres com acordos igualitários com seus parceiros no TCNR são mais propensas a querer um segundo nascimento do que as mulheres com acordos tradicionais. 3) Mulheres com atitudes progressistas são menos propensas a querer um segundo nascimento em comparação com aquelas de atitudes conservadoras. 4) Mulheres que são mais inconsistentes em suas atitudes-comportamentos -mulheres progressistas em seu imaginário versus seu papel reprodutivo, mas com arranjos assimétricos na TCNR- são menos propensas a querer ter um segundo parto em comparação com as mulheres conservadoras-recarregadas.

 ABSTRACT:

The effect of gender relations -measured through the distribution of Unpaid Domestic Work (UDW) and Unpaid Care Work (UCW)-, as well as attitudes about women's fertility preferences is a relatively recent line of study within the fertility literature. Most of the evidence comes mainly from Europe and the United States, while in Latin American countries this association has not been examined. In this sense, the objective of this study is to examine how gender inequality within the couple (distribution of UDW and UCW) and gender attitudes about women's reproductive-productive roles affect their preferences for having a second birth in Colombia.

The information comes from Colombia's 2015 Demographic and Health Survey (DHS). The sample under study is composed of married and/or cohabiting women with a child under 5 years of age, who were classified as traditional, egalitarian and traditional-traditional according to the division of UDW and UCW, and as progressive and conservative according to their gender attitudes.

The main results are: 1) the division of UDW does not play any role in the fertility preferences of married and/or cohabiting women. In other words, regardless of unequal or egalitarian distribution, the UDW does not enter the matrix of variables at the time of wanting to have a second birth.  2) On the other hand, women with equal arrangements with their partners in the UCW are more likely to want a second birth than women with traditional arrangements. 3) Women with progressive attitudes are less likely to want a second birth than those with conservative attitudes. 4) Women who are more inconsistent in their attitudes-behaviors - progressive women in their imaginary versus their reproductive role, but with asymmetric arrangements in the UCW - are less likely to want to have a second birth compared to conservative-recharged ones.

 

RESUMEN:

El efecto de las relaciones de género -medidas a través de la distribución del Trabajo doméstico No Remunerado (TDNR) y del Trabajo de Cuidado No Remunerado (TCNR), así como de las actitudes sobre las preferencias de fecundidad de las mujeres es una línea de estudio relativamente reciente dentro de la literatura sobre fecundidad. La mayor parte de las evidencias provienen principalmente de Europa y EUA, mientras que en países de América Latina esta asociación no ha sido examinada. En este sentido, el objetivo de este estudio consiste en examinar cómo la des-igualdad de género dentro de la pareja (distribución del TDNR y TCNR) y las actitudes de género sobre los roles reproductivos-productivos de las mujeres afectan sus preferencias por querer tener un segundo nacimiento en Colombia.

La información proviene de la Encuesta de Demografía y Salud ENDS del año 2015 de Colombia. La muestra en estudio está compuesta por las mujeres unidas y que tiene un hijo-a menor de 5 años, las cuales fueron clasificadas como tradicionales, igualitarias y tradicionales-tradicionales según la división de TDNR y TCNR y, en progresistas y conservadoras según sus actitudes de género.

Los principales resultados son: 1) la división del TDNR no juega ningún papel sobre las preferencias de fecundidad de las mujeres unidas. Es decir, independientemente de una distribución desigual o igualitaria, el TDNR no entra en la matriz de variables al momento de querer tener un segundo nacimiento. 2) En cambio, las mujeres con arreglos igualitarios con sus parejas en el TCNR presentan una mayor probabilidad de querer tener un segundo nacimiento con respecto a las mujeres con arreglos tradicionales. 3) Las mujeres de actitudes progresistas son menos proclives a querer tener un segundo nacimiento en comparación con aquellas de actitudes conservadoras. 4) Las mujeres más inconsistentes entre sus actitudes-comportamientos -mujeres progresistas en su imaginario frente a su papel reproductivo, pero con arreglos asimétricos en el TCNR – tienen una menor probabilidad de querer tener un segundo nacimiento en comparación con las conservadoras-recargadas.